21 janeiro 2018

Comentários abertos

Olá pessoal!

Disqus é mau. Não importa os antigos comentários, que assim ficariam perdidos. São mais de 20.000...

Pelo que: Disqus foi despedido.
Pena, pois era engraçado. Mas por enquanto os comentários ficam assim. Se alguém tiver uma ideia, é favor sugerir (e desde já: obrigado!).

Falta dar um jeito nos links, isso será feito nos próximos tempos, dois ou três anos no máximo.

Boa notícia: é possível comentar de novo, o blog volta à normalidade.

Obrigado a todos pela paciência.
Próximos artigos:
  • hoje: elite e pedofilia. Ah pois, tem que ser: há novidades importantes.
  • próximos dias: IURD e adopções ilegais em Portugal. Aquela é uma verdadeira máfia.

Para já: Bom Domingo!


Ipse dixit.

20 janeiro 2018

Comunicação de serviço: Disqus e links

Olá pessoal!

Nas próximas horas pode haver uns problemas relativos aos comentários porque o bom Max está  a tentar instalar Disqus.
 
Este é um serviço online, muito engraçado, que oferece uma plataforma centralizada de discussões e postagens de comentários: permite a possibilidade de maior interacção entre Leitores e blog assim como inserir vídeos e outros objectos.

Disqus foi instalado mas actualmente há problemas relativos à importação dos comentários antigos (isso é: desde o início de Informação Incorrecta até poucas horas atrás). Talvez isso seja normal, dado que falamos de mais de 20 mil comentários...
Disqus afiram que podem ser precisas 24 horas para importar os comentários. Ao longo das próximas horas é favor não comentar.
Vamos ver.

Da mesma forma, mudança nos links: ocupam muito espaço, alguns não são actualizados há meses. Para já foram atirados para o fundo do blog (em baixo!), mas é provável que todos os links, após ser revistos, fiquem numa página dedicada.

Grato pela compreensão,


Ipse dixit.

19 janeiro 2018

Thomas Sankara, 30 anos depois


"O imperialismo é um sistema de exploração
que ocorre não apenas na forma brutal
por parte de quem vem conquistar o território com armas.
O imperialismo geralmente ocorre de maneiras mais subtis.
Um empréstimo, ajuda alimentar, chantagem.
Estamos a lutar contra este sistema que permite
que um punhado de homens governem toda a espécie"
Thomas Sankara

Era a tarde de 15 de Outubro de 1987, quando Thomas Sankara, durante quatro anos ao comando da antiga colónia francesa Alto Volta (que renomeou Burkina Faso, "casa dos homens de valor"), foi assassinado.

Quem era Thomas Sankara? Quem foram os assassinos?
O desejo de esclarecer o assassinato de Sankara ainda é forte e enraizado, especialmente entre os jovens africanos, portanto é útil traçar a vida do ex-Presidente.

Os truques dos supermercados para vender mais

Entram no supermercado para comprar um par de coisas e saem com um saco quase cheio.
Já aconteceu? Normal.

A verdade é que somos muito sugestionáveis, muito mais do que estaríamos dispostos a reconhecer: de forma inconsciente percebemos os detalhes do que nos rodeia e estes acabam por influenciar as nossas decisões, que permanecem aparentemente racionais.

Sabiam isso? Sim, sabiam. O problema é que também os supermercados sabem. E exploram.

Como? Vamos ver algumas das técnicas utilizadas. Assim, da próxima vez, teremos mais cuidado e continuaremos a comprar mais do que era preciso. Porque somos sugestionáveis e, durante as compras, o nosso cérebro é empenhado em outras tarefas: escolher, comprar, etc.

18 janeiro 2018

O poder de Facebook nas eleições

Um recente artigo da Bloomberg revela como uma célula secreta do Facebook permitiu a criação de um exército de trolls ["troll" é um termo utilizado como gíria na internet e designa uma pessoa cujo comportamento ou comentário desestabiliza uma discussão, com comentários injustos e ignorantes. O objectivo do troll é provocar raiva e ira dos outros internautas, Ndt] em favor de muitos governos do mundo sob a forma de propaganda digital destinada a manipular as eleições.

No centro das atenções, por causa do papel que a sua empresa desempenha como plataforma de propaganda política, o co-fundador Mark Zuckerberg respondeu ao declarar que a sua missão está acima das divisões partidárias. Mas, na realidade, Facebook não é apenas um espectador político. O que ele não diz é que a sua empresa colabora activamente com partidos e líderes, mesmo aqueles que usam a Facebook para reprimir a oposição, às vezes com a ajuda de muitos trolls que espalham mentiras e ideologias extremistas.

17 janeiro 2018

EUA & Sauditas: imperializando aqui e aí

O Isis acabou? Pouco mal, custa nada criar outro.

Senhores, abram as asas ao BSF, a Border Security Force. Que está a ser implantada no norte da Síria, perto da fronteira com a Turquia.

Esta força é composta em grande parte por ex-combatentes da Força Democrática Síria (SDF), os militantes curdos que já apoiaram abertamente Washington, aos quais serão adicionadas outras unidades de origem pouco clara (provavelmente guerrilheiros do Isis reciclados, mercenários e terroristas de Al-Qaeda e Al-Nusra: não é que haja muita escolha naquelas bandas).

A queda de Bitcoin

Como complemento ao artigo recentemente publicado acerca da bolha Bitcoin, eis o que conta hoje o diário Público:
A bitcoin e as outras criptomoedas acentuaram as quedas nesta quarta-feira, deixando os utilizadores entre o medo, a confiança e o enorme optimismo – pelo menos, de acordo com as mensagens nos fóruns online onde muitos procuram conselhos de investimento e tentam encontrar um sentido no mundo caótico das divisas digitais.

No Reddit, um fórum online muito popular, um utilizador queixou-se de ter perdido o dinheiro de que precisava para a faculdade. “Perdi os meus fundos para a universidade nesta queda de preço. Não vou conseguir pagar o próximo semestre se o preço não recuperar, mas estou confiante que isso vai acontecer. Até lá, não vou conseguir dormir :)”. Muitas das respostas criticaram o facto de o utilizador ter investido dinheiro de que precisava. “É por estas razões que vamos ver [a bitcoin] descer de mil dólares. Pessoas a vender com medo, porque investiram o que não podem perder”, argumentou outro utilizador. [...]

Comunicação de Serviço: Sputnik & RT

Olá pessoal.

Na barra lateral direita, logo após a lista dos últimos comentários, acrescentei alguns links.

Além de Voltairenet, agora estão presentes também uma ligação ao site de Sputnik em português e duas ao site de RT. Dado que esta última não tem versão portuguesa, ficam dois links, um em inglês outro em espanhol.

Não que estes sejam site que espalham baldes de verdade absoluta: mas dada a origem deles (em ambos os casos russa) pode dar prazer de vez em quando ler algo um pouco diferente do que é oferecido pela imprensa do regime ocidental.

Espero ter feito coisa bem vinda.
Se não: paciência.
E boa leitura.


Ipse link!

16 janeiro 2018

Progressistas belicistas

O que podemos ver na América do Norte e na Europa Ocidental? Muitas coisas. Uma delas é a falsa militância social, controlada e financiada pelo poder. Esta manipulação tem um papel importante, pois evita a formação dum verdadeiro movimento de massa contra a guerra e a injustiça social.

O movimento anti-guerra está morto. A guerra imposta à Síria é descrita como "guerra civil". A guerra no Yemen também é descrita como uma guerra civil. Enquanto a Arábia Saudita continua a bombardear, o papel insidioso dos Estados Unidos é banalizado ou simplesmente ignorado. Dado que os Estados Unidos não estão diretamente envolvidos, não há a necessidade de lançar uma campanha contra aquela guerra.

A guerra e o neoliberalismo já não estão no centro da militância na sociedade civil. Financiado por organizações caritativas corporativas, através de uma rede de organizações não governamentais, o ativismo social está fragmentado. Não existe um movimento anti-globalização e anti-guerra integrado. A crise económica não é percebida como ligada às guerras dos Estados Unidos. A dissidência é compartimentada. Os movimentos de protesto "focados em questões específicas" (por exemplo, ambiente, direitos da mulher, LGBT) são encorajados e generosamente financiados, em detrimento de um movimento de massa homogéneo contra o Capitalismo global.

15 janeiro 2018

O processo de Nuremberga


Nota prévia: o seguinte artigo (amplamente baseado num trabalho de Paul Craig Roberts, economista, jornalista e ex secretário assistente do Tesouro durante a Administração Reagan) de forma nenhuma pode ser interpretado como uma defesa das hierarquias nazistas ou dos actos delas. O foco é aqui centrado no conceito de "Justiça" e na historiografia que condiciona as consciências apesar das muitas décadas passadas desde os eventos.

O simulacro de processo que teve lugar em Nuremberga (20 de Novembro de 1945 - 1 de Outubro de 1946) contra um grupo de certa forma arbitrário composto por 21 nazistas sobreviventes foi um espectáculo orquestrado pelo juiz da Corte Suprema dos Estados Unidos, Robert Jackson, que era o principal procurador.

Em 1940 Jackson era Procurador Geral dos Estados Unidos. Numa comunicação aos promotores federais, advertiu contra a ideia de "escolher um homem e depois colocar os investigadores ao trabalho, para culpa-lo". É nesta área, em que o promotor escolhe uma pessoa que não é agradável ou que quer colocar em dificuldade e só depois procurar um crime, que existe o maior risco de abuso de poder durante uma investigação judicial. É aqui que a aplicação da lei se torna um assunto pessoal, é aqui que o verdadeiro crime se torna o simples facto de ser impopular dentro do grupo dominante ou de poder, ou ainda exprimir posições políticas desagradáveis ou ser uma pessoa indesejável.

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